Calluz

Agricultura familiar em alta: como o calcário impulsiona a produção



Em 25 de julho, o Dia Internacional da Agricultura Familiar ganha relevância especial em 2024, com o setor recebendo recorde de R$ 85,7 bilhões do Plano Safra. O calcário dolomítico emerge como ferramenta fundamental para que agricultores familiares aumentem produtividade e renda de forma sustentável.

A agricultura familiar responde por 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros e representa 77% dos estabelecimentos agrícolas do país. Em propriedades de 5 a 10 alqueires, cada investimento precisa gerar retorno significativo. A calagem oferece esse potencial.

Com o calcário dolomítico acessível, agricultores familiares podem corrigir solos ácidos e degradados, comum em pequenas propriedades. O resultado é transformação visível: solos que mal produziam passam a gerar safras abundantes de milho, feijão, verduras e frutas.

O calcário neutraliza íons de hidrogênio e alumínio, elevando o pH e melhorando a fertilidade. Fornece cálcio e magnésio, nutrientes essenciais para desenvolvimento vegetal. As propriedades devem aplicar o produto até março, garantindo solo corrigido para o plantio.

Sustentabilidade e Economia Local

A calagem promove agricultura sustentável ao melhorar as condições biológicas do solo. Aumenta a atividade de microrganismos benéficos, melhora a estrutura física e a capacidade de retenção de água. Práticas que se alinham aos princípios agroecológicos valorizados pela agricultura familiar.

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) destinou R$ 76 bilhões em 2024, com linhas de crédito específicas para aquisição de insumos. Agricultores familiares podem acessar financiamento para calagem, com juros baixos e prazos adequados ao ciclo produtivo.

Resultados Mensuráveis

Solos corrigidos com calcário dolomítico apresentam incremento de produtividade de 30% a 50% nas primeiras safras. Para agricultores familiares que produzem em pequenas áreas, esse aumento representa diferença entre subsistência e prosperidade. Além disso, a melhoria do solo tem efeito residual de anos, reduzindo custos futuros.

Com a agricultura familiar sendo fundamental para a segurança alimentar e o Brasil fora do Mapa da Fome desde 2014, investir em correção de solo é investir no presente e futuro do campo brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *